Straton

Quem Somos

Inteligência estratégica para quem decide antes dos outros.

Sobre a Straton

A Straton Intelligence existe para responder a uma pergunta que quase ninguém faz às indústrias brasileiras: o que a geopolítica global vai custar — ou render — à sua cadeia de suprimentos? Não existimos para informar o cenário. Existimos para traduzi-lo em decisão.

Atuamos na interseção entre risco geopolítico, cadeias de suprimentos e decisões de capital. Onde a consultoria macro enxerga países e a operação enxerga fornecedores, nós ligamos os dois — e mostramos onde o risco internacional vira número no balanço, antes da crise e antes do consenso.

É uma categoria própria, não uma versão menor das grandes casas globais: inteligência estratégica desenhada para o diretor que precisa decidir sobre a sua própria cadeia, com o rigor de quem já viveu essa operação por dentro.

Nossa Abordagem

Três Pilares

I

Antecipação

Monitoramento contínuo de sinais fracos no sistema internacional. Identificamos movimentos antes que se tornem consenso de mercado.

II

Análise

Tradução de complexidade geopolítica em impacto concreto. Cada cenário é avaliado pela lente de quem precisa decidir, não de quem precisa publicar.

III

Ação

Recomendações objetivas e acionáveis. Não entregamos relatórios para gaveta — entregamos clareza para quem precisa se mover.

Giovani Urata - Fundador da Straton Intelligence
Fundador

Giovani Urata

Fundador & Estrategista-Chefe

Estrategista formado na interseção entre dois mundos que raramente se encontram. Graduado em Relações Internacionais pela ESPM e pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV, passou cinco anos como analista sênior de supply chain em uma multinacional japonesa do setor industrial — vivendo por dentro a dependência de fornecedores globais, os gargalos logísticos e o risco que a geopolítica impõe às cadeias reais.

Foi dessa vivência que nasceu a Straton, a partir de uma convicção: risco geopolítico e cadeia de suprimentos não podem ser lidos separadamente. Sua atuação une a leitura do tabuleiro internacional à realidade operacional de quem produz — traduzindo poder, tempo e risco em vantagem concreta para organizações que precisam antecipar, não apenas reagir.