Inteligência estratégica para quem decide antes dos outros.
A Straton Intelligence existe para responder a uma pergunta que quase ninguém faz às indústrias brasileiras: o que a geopolítica global vai custar — ou render — à sua cadeia de suprimentos? Não existimos para informar o cenário. Existimos para traduzi-lo em decisão.
Atuamos na interseção entre risco geopolítico, cadeias de suprimentos e decisões de capital. Onde a consultoria macro enxerga países e a operação enxerga fornecedores, nós ligamos os dois — e mostramos onde o risco internacional vira número no balanço, antes da crise e antes do consenso.
É uma categoria própria, não uma versão menor das grandes casas globais: inteligência estratégica desenhada para o diretor que precisa decidir sobre a sua própria cadeia, com o rigor de quem já viveu essa operação por dentro.
Monitoramento contínuo de sinais fracos no sistema internacional. Identificamos movimentos antes que se tornem consenso de mercado.
Tradução de complexidade geopolítica em impacto concreto. Cada cenário é avaliado pela lente de quem precisa decidir, não de quem precisa publicar.
Recomendações objetivas e acionáveis. Não entregamos relatórios para gaveta — entregamos clareza para quem precisa se mover.
Estrategista formado na interseção entre dois mundos que raramente se encontram. Graduado em Relações Internacionais pela ESPM e pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV, passou cinco anos como analista sênior de supply chain em uma multinacional japonesa do setor industrial — vivendo por dentro a dependência de fornecedores globais, os gargalos logísticos e o risco que a geopolítica impõe às cadeias reais.
Foi dessa vivência que nasceu a Straton, a partir de uma convicção: risco geopolítico e cadeia de suprimentos não podem ser lidos separadamente. Sua atuação une a leitura do tabuleiro internacional à realidade operacional de quem produz — traduzindo poder, tempo e risco em vantagem concreta para organizações que precisam antecipar, não apenas reagir.